| Reino: | Animalia |
| Filo: | Chordata |
| Classe: | Aves |
| Ordem: | Gruiformes |
| Família: | Rallidae |
| Rafinesque, 1815 | |
| Espécie: | F. armillata |
Mede 50 cm de comprimento. Essa é a maior espécie da família, podendo alcançar o peso de até 1kg. Distingue-se de seus congêneres pelo bico e escudo frontal amarelados, manchados de vermelho e por ter as pernas com “ligas vermelhas” semelhantes às do frango-d’água-comum.
ESPÉCIE SEM DIMORFISMO SEXUAL
Essas carquejas vivem aos casais ou em pequenos grupos, alimentando-se basicamente de plantas aquáticas.
Entre novembro e fevereiro, a espécie nidifica no Sul em plataformas de plantas aquáticas, próximas à água ou sobre a vegetação flutuante, chocando 2 a 8 ovos de tom marrom pálido ou castanho, pontilhados de sépia. Seus ninhos são frequentemente parasitados pela marreca-de-cabeça-preta, que deposita seus ovos no ninho das carquejas. Seus ovos são frequentemente predados por gaviões do gênero Circus.
Nada em águas livres em vastos espelhos d’água, tanto em água interiores quanto nos estuários e manguezais.
Ocorre no Sul e Sudeste, atingindo o litoral de São Paulo e Rio de Janeiro durante os meses de inverno. Também ocorre no Paraguai, Uruguai, Argentina e Chile.